#ADM Poseidon
Há uma cronologia da mitologia grega, em que diz que Asfódelo, vindo do nome Campo dos Asfódelos, era um homem.
Reza que Asfódelo era um tipo de mago-negro. Era praticamente a única criatura humana a servir fielmente aos titãs. Na titanomaquia, matou na espreita vários discípulos/monstros aliados dos deuses.
Em troca de servidão, os Titãs davam-lhe imortalidade e poder. Porém era um galanteador, se assim podemos dizer. Era um homem bonito. Porém, seu favoritismo feminino eram mulheres demoníacas. Ele tinha relações sexuais com todas as deusas e ninfas que tinham algum relação com trevas.
Desde a ninfa Algea, até a bela Perséfone. Isso enfurecia todos os deuses das trevas, principalmente Hades. Depois que os titãs foram aprisionados ou jogados no Tártaro, Hades decidiu, em nome dos outros e de sua própria fúria, punir Asfódelo. Ele se disfarçou de Perséfone, e, quando eles estavam prestes a se beijar, Hades mandou as fúrias capturá-lo.
Hades transformou o espírito de Asfódelo no então chamado Campo de Asfódelos, onde fora condenado a suportar os mortos, tantos malditos quantos merecedores dos campos Elísios. Asfódelo teria de suportar o peso da morte de todos, por toda eternidade...
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
El Dorado
#ADM Poseidon
El Dorado (O [homem] Dourado [rico, cheio de ouro]) era uma cidade mítica, supostamente localizada em algum lugar no interior inexplorado da América do Sul. El Dorado foi supostamente inimaginavelmente rico, com contos fantásticos contaram ouro ruas pavimentadas, templos de ouro e ricas minas de ouro e prata. Entre 1530 e 1650 mais ou menos, milhares de europeus procurou as selvas, planícies, montanhas e rios da América do Sul para El Dorado, muitos deles perdendo suas vidas no processo. El Dorado nunca existiu, exceto na imaginação febril desses candidatos, por isso nunca foi encontrado.
O mito de El Dorado tinha suas raízes nas vastas fortunas descobertos no México e no Peru. Em 1519, Hernán Cortés capturou o imperador Montezuma e demitiu o poderoso Império Asteca, making off com milhares de quilos de ouro e prata e tornar os homens ricos dos conquistadores que estavam com ele. Em 1533, Francisco Pizarro descobriu o Império Inca, nos Andes da América do Sul. Tomando uma página do livro de Cortes, Pizarro capturou o imperador Inca Atahualpa e segurou-o para o resgate, ganhando outra fortuna no processo. Culturas do Novo Mundo menores, como os maias na América Central e no Muisca na Colômbia de hoje rendeu mais pequenos tesouros
Contos dessas fortunas feitas as rondas na Europa e logo milhares de aventureiros de toda a Europa estavam fazendo seu caminho para o Novo Mundo, na esperança de fazer parte da próxima expedição. A maioria (mas não todos) deles eram espanhóis. Estes aventureiros tinham pouca ou nenhuma fortuna pessoal, mas uma grande ambição: a maioria tinha alguma experiência de luta em muitas guerras da Europa. Eles eram homens violentos, cruéis, que não tinham nada a perder: eles iriam ficar rico no New World Gold ou morrer tentando. Logo as portas foram inundadas com esses pretensos conquistadores, que se formam em grandes expedições e partiu para o interior desconhecido da América do Sul, muitas vezes seguindo os mais vagos rumores de ouro.
Havia um certo nível de verdade no mito de El Dorado. O povo Muisca de Cundinamarca (Colombia atual) tinha uma tradição: os reis coat-se em uma seiva pegajosa antes de cobrir-se de pó de ouro. O rei, então, tomar uma canoa para o centro do lago Guatavita e, diante dos olhos de milhares de seus súditos observação da costa, pularia para dentro do lago, saindo limpo. Então, um grande festival começaria. Esta tradição tinha sido negligenciado pelo Muisca no momento de sua descoberta pelos espanhóis em 1537, mas não antes de palavra de que tinha chegado aos ouvidos dos gananciosos invasores europeus em cidades de todo o continente. "El Dorado", na verdade, é espanhol para "The Gilded um:" o termo se refere a um indivíduo, o rei que se coberto de ouro em primeiro lugar. Segundo algumas fontes, o homem que cunhou esta frase foi conquistador Sebastián de Benalcázar .
Após o planalto Cundinamarca foi conquistado, o espanhol dragado Lago Guatavita em busca do ouro de El Dorado. Alguns ouro foi realmente encontrado, mas não tanto quanto o espanhol esperava. Portanto, eles fundamentado otimismo, o Muisca não deve ser o verdadeiro reino de El Dorado e ainda deve estar lá fora em algum lugar. Expedições, composto por recém-chegados da Europa, bem como veteranos da conquista, estabelecido em todas as direções para procurá-lo. A lenda cresceu como conquistadores analfabetos passou a lenda de boca em boca de um para outro: El Dorado não era apenas um rei, mas uma cidade rica
Entre 1530 e 1650 mais ou menos, milhares de homens fizeram dezenas de incursões no interior da América do Sul não mapeado. A expedição típico foi algo como isto. Em uma cidade costeira espanhola no continente sul-americano, como Santa Marta ou Coro, um carismático, indivíduo influente iria anunciar uma expedição. Em qualquer lugar 100-700 europeus, principalmente espanhóis, se inscrever, trazendo sua própria armadura, armas e cavalos (se você tivesse um cavalo que tem uma fatia maior do tesouro). A expedição forçaria nativos ao longo de transportar o equipamento mais pesado, e alguns dos que melhor planejadas traria pecuária (geralmente porcos) para abate e comer ao longo do caminho. Cães de briga foram sempre trouxe, como eles eram úteis quando os combates nativos belicosos. Os líderes, muitas vezes emprestado pesadamente para comprar suprimentos.
Depois de alguns meses, eles estavam prontos para ir. A expedição iria dirigir fora, aparentemente em qualquer direção. Eles iriam ficar fora por qualquer período de tempo a partir de um par de meses a até quatro anos, buscando planícies, montanhas, rios e florestas. Eles se encontrariam nativos ao longo do caminho: estas teriam ou tortura ou ply com presentes para obter informações sobre onde poderiam encontrar o ouro. Quase invariavelmente, os nativos apontou em alguma direção e disse alguma variação de "nossos vizinhos nesse sentido tem o ouro que você procura." Os nativos tinham rapidamente aprendi que a melhor maneira de se livrar desses homens violentos, rudes era dizer-lhes o que eles queriam ouvir e enviá-los em seu caminho.
Enquanto isso, doenças, abandono e ataques indígenas seria negar a expedição. No entanto, as expedições mostraram surpreendentemente resistente, enfrentando pântanos infestados de mosquitos, hordas de nativos de raiva, o calor abrasador nas planícies alagadas, rios e passagens de montanha geladas. Eventualmente, quando os números ficaram muito baixo (ou quando o líder morreu) a expedição iria desistir e voltar para casa.
domingo, 13 de outubro de 2013
Colosso de Rhodes
#ADM Poseidon
O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios, colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes, no mar Egeu. Ela começou a ser esculpida em 292 a.C. e foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos. É considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.
Tendo 30 metros de altura e 70 toneladas de bronze. Estatua possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas. Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar.
Foi construída para comemorar a retirada das tropas macedônias do rei Demétrio, que tentavam conquistar a ilha. Demétrio era filho do general Antígono, que herdou de Alexandre uma parte do império grego. O material utilizado para sua confecção foram as armas abandonadas pelos macedônios no lugar.
Apesar de imponente, o Colosso de Rodes ficou em pé durante apenas 55 anos, pois em 226 a.C, um terremoto a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas (por recomendação de um oráculo) os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, no século VII, que venderam os restos como sucata.
Foram necessários novecentos camelos para transportá-la. A estátua, uma obra maravilhosa, levou Carés a suicidar-se logo após tê-la terminado, desgostoso com o pouco reconhecimento público.
Em 2008, a arqueóloga alemã Ursula Vedder contestou a localização do Colosso de Rodes, baseada na falta de evidências submersas de fragmentos da estátua na região do porto. A arqueóloga supôs que a estátua estivesse totalmente em terra firme, numa montanha situada sobre a histórica cidade de Rodes.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Ilha de Avalon
#ADM Poseidon
"Para se chegar a Avalon era preciso saber o encantamento que abriria as névoas e chamaria a barca que o levaria pelo lago até à ilha. Somente os iniciados e alguns homens do povo do pântano (que conduziam as barcas) sabiam o caminho para Avalon. Quem ousasse transpor as brumas sem saber o encantamento ficaria perdido, para sempre, vagando entre os dois mundos."
"Para se chegar a Avalon era preciso saber o encantamento que abriria as névoas e chamaria a barca que o levaria pelo lago até à ilha. Somente os iniciados e alguns homens do povo do pântano (que conduziam as barcas) sabiam o caminho para Avalon. Quem ousasse transpor as brumas sem saber o encantamento ficaria perdido, para sempre, vagando entre os dois mundos."
Avalon deve muito de seu mistério às lendas celtas que a consideram uma porta de passagem para outro nível de existência.
Uma existência povoada de magia e amplitude espiritual.
Também era chamada de "Ynis Vitrin" ou Ilha de Vidro, onde seres mágicos, isolados do mundo mortal, desfrutam a eternidade.
O nome tem origem no semi-deus celta Avalloc.
Pesquisas arqueológicas atestam que os campos de Glastonbury, há milhares de anos, foram pântanos drenados, ou seja, a cidade já foi uma ilha, o que reforça sua proximidade com as lendas de Avalon
Ele aparece pela primeira vez Historia Regum Britanniae ("A História dos Reis da Bretanha") de Geoffrey of Monmouth como o lugar onde a espada do Rei Arthur Excalibur foi forjada e posteriormente para onde Arthur é levado para se recuperar dos ferimentos após a Batalha de Camlann. Como uma "Ilha dos Bem-aventurados" Avalon tem paralelo em outros lugares na mitologia indo-europeia, em particular a Tír na nÓg irlandesa e a Hespérides grega, também conhecidas por suas maçãs. Avalon foi associada há muito tempo com seres imortais, como Morgana Le Fay.
É virtualmente impossível estudar as tradições relativas a Arthur e ao Graal sem encontrar o outro mundo. Nenhum outro lugar é tão evocado no Outro Mundo celta como Avalon. Derradeiro lugar de repouso de Artur, é lá que ele aguarda a chamada para novamente servir a Terra, para terminar o trabalho que ficou por concluir depois do final da Demanda de Graal e da batalha sangrenta de Camlan que exterminou a Confraria da Távola Redonda.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Esparta (CIDADE-ESTADO POLÍTICO)
#ADM Poseidon
Esparta e seu modelo de organização política se distinguiram radicalmente do adotado pelos atenienses, lembrando os remotos tempos em que vigorou em Atenas o sistema oligárquico.
A composição da sociedade espartana contribuiu para que a democracia nunca se estabelecesse naquela cidade-estado. Hierarquicamente separados, a população de Esparta se classifica em três grupos bem distintos: os espartanos (não me diga), nobres de nascimento e politicamente privilegiados; os periecos, aqueles que ocupavam posição inferior, desfrutando de liberdade limitada; e os hilotas, pura e simplesmente os servos.
A constituição política espartana previa a existência de dois reis, oriundos de famílias nobres; de um Conselho, denominado Gerúsia, que era composto por um grupo de 28 anciãos mais os dois reis, todos deveriam ter mais de 60 anos; de uma Assembléia, chamada Apella e composta pelos espartanos com mais de 30 anos, os quais tinham direitos muito mais limitados do que os anciãos atenienses; e de cinco Éforos, magistrados eleitos por um período de um ano, que eram bastante poderosos, podendo inclusive interferir nas ações dos reis.
Em suma, os espartanos mantiveram um sistema político no qual prevaleceu a monarquia dual, que tinha nos éforos os representantes da aristocracia e contrabalançar a autoridade dos reis e da Gerúsia. Tal sistema foi um reflexo do espírito conservador dos espartanos.
Apesar das variações políticas encontradas entre as diversas cidade-estados, a economia grega permaneceu vinculada à administração da unidade domiciliar, do oikos. Isso não significa que não havia comércio, pois, como no caso de Atenas, media-se riqueza pela quantidade de terras e pela quantidade de produtos produzidos, que podia ser verificada por meio de trocas.
Nem sempre a produção de alimentos era suficiente para prover toda a população. O cultivo de grãos é um exemplo disso, pois as videiras e oliveiras gradualmente passaram a ocupar as terras aráveis, tornando-se necessário importar cereais para garantir o abastecimento de várias cidades gregas.
O cultivo de outros produtos em detrimento dos grãos era justificável, já que o vinho e o azeite rendiam lucros maiores aos seus produtores. Segundo registros dos séculos V e IV a.C., um fazendeiro, ao destinar sua propriedade um espaço para as videiras, podia ganhar até 20 vezes mais do que plantando grãos no mesmo local.
Em Esparta a propriedade estatal da terra foi divida entre os espartanos (cidadãos), mas não podiam ser vendidas ou repassadas. Na prática, o dono da terra era o Estado, mas quem ficava responsável por explorá-lo era o cidadão espartano, com a utilização da mão de obra dos hilotas (escravos que eram propriedade do Estado), dos periecos (homens de condição intermediária entre os cidadãos e os escravos) e dos escravos.
Na cidade-estado de Atenas, as reformas políticas incentivaram o desenvolvimento comercial e artesanal, transformando-a em uma das cidades-estados economicamente mais fortalecidas da região. Sólon foi um dos legisladores que contribuiu para simplificar as transações comerciais, já que instituiu um sistema monetário e padronizou os pesos e as medidas.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Guerra das Termópilas
#ADM Poseidon
A guerra ocorreu entre Agosto e Setembro de 480 a.C.. Os guerreiros Persas (aproximadamente 300 000), foram barrados no desfiladeiro pelo pequeno número de guerreiros de Leônidas. Um grego logo traiu sua nação, e mostrou aos Persas uma maneira de dar a volta e emboscar por trás (ui) os gregos. Sabendo que suas linhas seriam ultrapassadas, Leônidas descartou a maior parte do exército grego, permanecendo para proteger a sua retirada, juntamente com 300 espartanos, 700 téspios, 400 tebanos.
Em questão do filme "300", o m,otivo de ter apenas 300 soldados Espartanos,é por apenas 300 GREGOS terem participado da guerra.
A guerra das Termópilas foi feita como "Segunda Guerra Médica" (nome dado as batalhas entre os gregos e o Império Persa), em uma aliança da pólis gregas, liderada pelo rei Leônidas, de Esparta (com um exército de 7000 homens), e o império Persa de Xerxes I (incontáveis). Durou três dias até se emboscaram no desfiladeiro das Termópilas (ou, o famoso "Portões Quentes").
A invasão persa foi uma resposta tardia à Primeira Guerra Médica, que havia terminado com a vitoria de Atenas na Batalha de Maratona. Xerxes reuniu um vasto exército e uma marinha para conquistar toda a Grécia e, em resposta à iminente invasão, o general ateniense Temístocles propôs que os aliados gregos bloqueassem o avanço do exército persa no desfiladeiro das Termópilas, enquanto bloqueavam o avanço da marinha persa no estreito de Artemísio.
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| Desfiladeiro das Termópilas |
A guerra ocorreu entre Agosto e Setembro de 480 a.C.. Os guerreiros Persas (aproximadamente 300 000), foram barrados no desfiladeiro pelo pequeno número de guerreiros de Leônidas. Um grego logo traiu sua nação, e mostrou aos Persas uma maneira de dar a volta e emboscar por trás (ui) os gregos. Sabendo que suas linhas seriam ultrapassadas, Leônidas descartou a maior parte do exército grego, permanecendo para proteger a sua retirada, juntamente com 300 espartanos, 700 téspios, 400 tebanos.
Os persas cruzaram Beócia e capturaram a cidade de Atenas, que previamente havia sido evacuada. No entanto, buscando uma vitória decisiva sobre a frota persa, o exercito aliado atacou e derrotou os invasores na Batalha de Salamina no final do ano. Temendo ser preso na Europa, Xerxes se retirou (cagão) com a maior parte de seu exército para a Ásia, deixando o general Mardónio no comando do exército restante para completar a conquista da Grécia. Entretanto, no ano seguinte, os aliados conseguiram uma vitória decisiva na Batalha de Plateias, acabando com a invasão persa.
Faleceram nas Termópilas cerca de dois mil Gregos (muito mais que os míticos trezentos Espartanos).
Em questão do filme "300", o m,otivo de ter apenas 300 soldados Espartanos,é por apenas 300 GREGOS terem participado da guerra.
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| Estátua de Rei Leônidas, de Esparta |
domingo, 7 de julho de 2013
Elêusis
#ADM Poseidon
Se o povo reverenciava em Deméter a terra-mãe e a deusa da agricultura, os iniciados viam nela a luz celeste, mãe das almas e a Inteligência Divina, mãe dos deuses cosmogônicos. Os sacerdotes de Elêusis ensinaram sempre a grande doutrina esotérica que lhes veio do Egito. Esses sacerdotes, porém, no decorrer do tempo, revestiram essa doutrina com o encanto de uma mitologia plástica, repleta de beleza.
Elêusis é uma cidade da Grécia Antiga em que se realizavam cultos Mistérios de Elêusis. Está a cerca de 30 km à noroeste de Atenas. A origem do nome "Elêusis", vem do herói Elêusis, que acreditava-se ser filho de Hermes e Daíra.
Uma cidade muito famosa na Grécia Antiga; a cidade era evitada o máximo possível, pois havia uma lenda de que lá havia um monstro. Procrusto, que era o monstro que possivelmente vivia lá, era um vendedor ambulante de camas, e ele possuía mais de dois metros de altura. Por suas camas serem muito compridas, e seus clientes muito pequenos para elas, ele pegava as pessoas e as esticava cruelmente para servirem em suas camas. Foi morto por Teseu. Hoje a cidade é apenas um subúrbio da cidade de Atenas, e se chama Eleusina.
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* Mistérios de Elêusis
Os Mistérios Eleusinos eram ritos para iniciar os cultos das deusas agrícolas Deméter e Perséfone. Os moradores de Elêusis eram praticamente todos adoradores desta duas deusas. Deméter e sua filha, Perséfone, presidiam aos pequenos e aos grandes mistérios.. Muitos desses mistérios ainda não foram totalmente desvendados; no entanto, no grande complexo de templos de Elêusis, notadamente no grande Templo de Deméter, o Telesterion, os estudiosos têm descoberto esculturas e pinturas em vasos que representam alguns desses ritos.
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| Um dos vasos encontrados no Templo de Deméter |
Se o povo reverenciava em Deméter a terra-mãe e a deusa da agricultura, os iniciados viam nela a luz celeste, mãe das almas e a Inteligência Divina, mãe dos deuses cosmogônicos. Os sacerdotes de Elêusis ensinaram sempre a grande doutrina esotérica que lhes veio do Egito. Esses sacerdotes, porém, no decorrer do tempo, revestiram essa doutrina com o encanto de uma mitologia plástica, repleta de beleza.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Pártenon
#ADM Poseidon
O Pártenon (usado também sem o acento [Partenon] ou Partenão) foi um dos grandes templos da deusa greco-romana Atena, construído por volta de 447 a.C. na acrópole de Atenas, e inaugurado 432 a.C. Uma das mais conhecidas construções gregas antigas. Suas esculturas influenciaram em muitas estruturas futuras. O nome "Pártenon" deriva da estátua monumental Atena Partenos, que se encontra no salão leste da construção.
Foi construído com o intuito de substituir um antigo templo, desta mesma deusa, que foi ao chão graças a uma invasão persa. Como a maioria dos templos gregos, era usado como tesouraria (um gigante "cofrinho", pra quem preferir) onde se juntava moedas e metais preciosos da região para o futuro império ateniense.
O templo foi feito para "adorarem" (rezarem, para ser mais específico) a deusa Atena. Como a maioria sabe, Atena e Poseidon tiveram uma possível luta que decidiria o nome da cidade. E, por um voto a mais, Atena venceu. Há relatos que dizem, se Poseidon houvesse ganho, a então Atenas se chamaria Poseidia. Por esse motivo, o templo era usado para adorar a Atena.
De acordo com estudos realizados, o templo de mármore branco era originalmente pintado de maneira chamativa, nas cores vermelho, azul e ouro. Na chamada “sala de adoração”, havia uma imagem de Atena, de madeira, com acabamento de marfim e ouro de aproximadamente 10 m de altura, decorada com braceletes, enfeites e outros elementos decorativos; os olhos eram feitos de pedras preciosas e no seu peito estava a cabeça de uma das górgonas (monstros da mitologia grega) em marfim.
Medidas pelo topo dos degraus, as medidas da base do Partenon são 69.5 x 30.9 metros. Os pilares tem 29,8 x 19,2 metros, com duas fileiras de colunas internamente, para suportar o telhado. No exterior, as colunas dóricas tem 1,8 x 10,4 metros. As colunas do canto são ligeiramente maiores no diâmetro. Se prolongamos a direção das colunas, veremos que elas se encontrariam num ponto congruente a cerca de mil e seiscentos metros de altura da base, não sendo aprumadas como parecem. Especula-se que as dimensões do edifício expressem a razão dourada, proposta por Pitágoras no século anterior. Esta cercado por uma colunata em octoestilo dórico, com oito colunas frontais em vez de seis como era costume na época, e dezessete de cada lado perfazendo um total de 46 colunas, se diminuirmos as comuns entre as fachadas e as laterais.
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